sexta-feira, 15 de janeiro de 2010

Details, details, details...

Detalhes.
Pequenos, insignificantes e perfeitamente evitáveis.
Às vezes não passam disso mesmo. Parênteses que abrimos na nossas nossas histórias, nos nossos estudos, na nossa vida.
Parênteses que acabamos por esquecer, mas que, em certa altura, fizeram toda a diferença ao existirem, porque deram forma, côr, substância, DETALHES àquilo que em algum momento nos foi importante.
Mas por vezes lembramo-nos deles.
Porque nos ocorreu ou simplesmente porque nos convém.
E até que ponto algumas pessoas poderão ser consideradas também uns meros parênteses na nossa existência?
Até que ponto as podemos reduzir a um mínimo de significância?


O Rapaz Moreno

1 comentário:

Praganitas disse...

Que imagem é esta?
E sim, às vezes também pomos as pessoas em parêteses. Nem sempre lhes retira o significado. Mas às vezes alivia a dor que fica quando não adquirem a importância que gostariamos, ou permite-nos sofrer menos quando se tornam mais significativas do que era suposto deixarmos.
Adoro-te (boas férias)