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terça-feira, 31 de dezembro de 2013

Resolução de Ano Novo

2013 foi um ano mau.

Um ano de trabalho, medos e ilusões.
Um ano de novos contactos, surpresas e desilusões.
Um ano de separações, intriga, indiretas e fretes.
Um ano de médicos, esperanças e desespero.

Em retrospetiva, talvez tenha sido 1 mês de dias bons, contra os 335 restantes.

Desta feita, a única coisa que peço para o novo ano é:

 2014, sê tudo o que 2013 não foi.



O Rapaz Moreno

domingo, 8 de setembro de 2013

Wallflower

"In social situations, a wallflower is a shy or unpopular individual who doesn't socialize or participate in activities at social events. He or she may have other talents but usually does not express them in the presence of other individuals. The term comes from the image of a person isolating themselves from areas of social activities at ballroom dances and parties, where the people who did not wish to dance (or had no partner) remained close to the walls of the dance hall." in Wikipedia

Por mais que goste de cinema, por mais filmes que tenha visto, nas mais variadas situações, penso que nunca, até hoje um filme me deixou de boca aberta e de coração apertado como o The Perks of Being a Wallflower.

A estranha sensação de pensar, bem mais que uma vez "esta é a história da minha vida"... "Isto aconteceu-me tal e qual"... Provavelmente quem está a ler não me conhece, mas quem me conhecer bem e tiver visto o filme, irá perceber o que digo.

Um passado não tão distante, que moldou muito do que sou hoje, foi vivido rodeado de "what if", "if only...", entre a felicidade de ver os outros felizes e a dor constante de não fazer parte dessa felicidade.
"I just want you to be happy!" quantas vezes esta frase é repetida no filme, quantas vezes eu a proferi a outras pessoas, quantas vezes sorria ao dizê-la, quando sentia cortes profundos no meu âmago. Falsidade? Não, de todo. Era e continua a ser verdadeiramente sentido.
E então o que é que ganhei com isso?

"You can't just sit there and put everybody's lives ahead of yours and think that counts as love. You just can't. You have to do things. I'm going to do what I want to do. I'm going to be who I really am. And I'm going to figure out what that is."

Nada, absolutamente nada. Os outros continuaram felizes, e eu feliz por eles. E infeliz por mim.

Se calhar é altura de interiorizar os infindáveis "não te podes anular" que ouvi e mudar qualquer coisa.

“He's a wallflower. You see things. You keep quiet about them. And you understand.”

Entretanto, continuarei a ser uma Wallflower. Não é defeito, é feitio mesmo, e ninguém (nem eu próprio) o pode mudar. E nem quero.


Posso dizer que chorei no final.
E durante as quase 2 horas de filme senti-me um bocadinho menos estranho, diferente, sozinho.

O Rapaz Moreno

domingo, 25 de agosto de 2013

Verão

Percebe-se o irónico da vida laboral quando se passa 1 ano, cansado e desesperado, à espera das Férias (já não tão) Grandes e quando elas finalmente chegam dão para tudo menos "descansar".

Ok, se por um lado conseguimos descansar a cabeça, esquecer o trabalho, os mails, as tarefas chatas, as pessoas odiosas e impossíveis de aturar, por outro lado o cansaço da "falta de horas de sono" nem sempre é conseguido... Ora vejamos:

Semana 1: Obras em casa, acordar às 8 da manhã com berbequins e marteladas nas paredes. Obviamente que não me consigo deitar antes das 2-3. Portanto, média de horas de sono: 5-6h/noite.

Semana 2: Obras continuam mas menos agrestes, média de horas de sono, 8h/noite (nada mau).

Semana 3: Farra Algarvia. Deitar às 5, acordar às 10-11 para ir para a praia. Tentar dormir na praia mas ser constantemente acordado. Média de horas de sono: 5-6h/noite.

Semana 4: Não há. O trabalho começa segunda-feira e eu com mais olheiras do que quando saí de lá.

How awesome is this?

Não tivesse sido uma semana espectacular (e é sendo muito humilde) esta última que passou e acho que metia baixa médica.

Resta-me o dia de amanhã para, como bom introvertido que sou, recarregar baterias à minha maneira. Ou não...



O Rapaz Moreno




terça-feira, 30 de julho de 2013

Saudade

A 27 de Abril de 2011, a Assembleia Geral das Nações Unidas convidou todos os países membros a celebrarem o Dia Internacional da Amizade ao dia 30 de Julho.

Este é aquele dia em que as frases motivacionais do tumblr atingem um pico. Afinal é um óptimo dia para olharmos para fotos/frases lamechas e nos lembrarmos daquele amigo com quem não falamos há meses ou anos. Ou aquele outro com quem ficámos magoados e já nem nos lembramos bem porquê.

A verdade, confesso, é que eu não sou dos amigos mais presentes que se pode ter, e às vezes preciso de me afastar um bocado. Mas não é por isso que me esqueço das pessoas que me são importantes ou que deixo de me preocupar com elas.

Eu sei, sou estranho, e como não tenho tumblr (nem jeito), aqui fica a minha homenagem.


O Rapaz Moreno

sábado, 5 de novembro de 2011

Enrascado

Ver pessoas que recusam empregos porque "só" lhes pagam 1000€ e se têm curso superior acham que merecem mais que isso faz-me repensar que quem está à rasca não são eles que andam à procura de emprego...
O enrascado sou eu, que recebo menos que isso e não reclamo.


Ah e tal os da indústria é que recebem bem. Olhem para as tabelas salariais da APIFarma e depois conversamos melhor.




Porque como diz a minha mãe, "actualmente, fazer o que se gosta é um privilégio".




O Rapaz Moreno
"I see what you did there" x)

sábado, 9 de julho de 2011

Crossroad

Este post começou como sendo um comentário a um blog (altamente recomendável, diga-se de passagem) e acabou por se tornar numa reflexão.

Será que alguém sabe realmente o que quer?
Será que há assim tão pouca gente que se deita à noite sem pensar "e se..."? Duvido.


Questionarmo-nos faz parte da consciencialização para as várias realidades que nos rodeiam o que, para mim, não tem nada de mau. Revela a nossa faceta como seres pensantes e eternamente insatisfeitos. Não somos cavalos com palas nos olhos para vermos simplesmente um caminho.
Simplesmente alguns lidam melhor com a incerteza que outros.


A vida não é um corredor, é um mundo totalmente aberto.


O Rapaz Moreno

quinta-feira, 16 de junho de 2011

Podia ser um anúncio da revista Maria

Mas trata-se de uma reflexão de Eduardo Prado Coelho, feito ao jornal Público em 2005.
Porque num país de Cavacos, Sócrates, Coelhos, Portas e outros que tais, o que faz falta é mesmo matéria-prima. Porque se esta não prestar, nem Deus a conseguirá aproveitar.




Precisa-se de matéria-prima para construir um país


A crença geral anterior era de que Santana Lopes não servia, bem como Cavaco, Durão e Guterres.
Agora dizemos que Sócrates não serve.
E o que vier depois de Sócrates também não servirá para nada.
Por isso começo a suspeitar que o problema não está no trapalhão que foi Santana Lopes ou na farsa que é o Sócrates.
O problema está em nós. Nós como povo.
Nós como matéria prima de um país.
Porque pertenço a um país onde a ESPERTEZA é a moeda sempre valorizada, tanto ou mais do que o euro.
Um país onde ficar rico da noite para o dia é uma virtude mais apreciada do que formar uma família baseada em valores e respeito aos demais.
Pertenço a um país onde, lamentavelmente, os jornais jamais poderão ser vendidos como em outros países, isto é, pondo umas caixas nos passeios onde se paga por um só jornal E SE TIRA UM SÓ JORNAL, DEIXANDO-SE OS DEMAIS ONDE ESTÃO.

Pertenço ao país onde as EMPRESAS PRIVADAS são fornecedoras particulares
dos seus empregados pouco honestos, que levam para casa, como se fosse correcto, folhas de papel, lápis, canetas, clips e tudo o que possa ser útil para os trabalhos de escola dos filhos… e para eles mesmos.
Pertenço a um país onde as pessoas se sentem espertas porque conseguiram comprar um descodificador falso da TV Cabo, onde se frauda a declaração de IRS para não pagar ou pagar menos impostos.

Pertenço a um país:

-Onde a falta de pontualidade é um hábito;
-Onde os directores das empresas não valorizam o capital humano.
-Onde há pouco interesse pela ecologia, onde as pessoas atiram lixo nas ruas e, depois, reclamam do governo por não limpar os esgotos.
-Onde pessoas se queixam que a luz e a água são serviços caros.
-Onde não existe a cultura pela leitura (onde os nossos jovens dizem que é ‘muito chato ter que ler’) e não há consciência nem memória política, histórica nem económica.
-Onde os nossos políticos trabalham dois dias por semana para aprovar projectos e leis que só servem para caçar os pobres, arreliar a classe média e beneficiar alguns.

Pertenço a um país onde as cartas de condução e as declarações médicas podem ser ‘compradas’, sem se fazer qualquer exame.
-Um país onde uma pessoa de idade avançada, ou uma mulher com uma criança nos braços, ou um inválido, fica em pé no autocarro, enquanto a pessoa que está sentada finge que dorme para não lhe dar o lugar.
-Um país no qual a prioridade de passagem é para o carro e não para o peão.
-Um país onde fazemos muitas coisas erradas, mas estamos sempre a criticar os nossos governantes.
Quanto mais analiso os defeitos de Santana Lopes e de Sócrates, melhor me sinto como pessoa, apesar de que ainda ontem corrompi um guarda de trânsito para não ser multado.

Quanto mais digo o quanto o Cavaco é culpado, melhor sou eu como português, apesar de que ainda hoje pela manhã explorei um cliente que confiava em mim, o que me ajudou a pagar algumas dívidas.

Não. Não. Não. Já basta.

Como ‘matéria prima’ de um país, temos muitas coisas boas, mas falta muito para sermos os homens e as mulheres que o nosso país precisa.

Esses defeitos, essa ‘CHICO-ESPERTICE PORTUGUESA’ congénita, essa desonestidade em pequena escala, que depois cresce e evolui até se converter em casos escandalosos na política, essa falta de qualidade humana, mais do que Santana, Guterres, Cavaco ou Sócrates, é que é real e honestamente má, porque todos eles são portugueses como nós, ELEITOS POR NÓS. Nascidos aqui, não noutra parte…

Fico triste.

Porque, ainda que Sócrates se fosse embora hoje, o próximo que o suceder terá que continuar a trabalhar com a mesma matéria prima defeituosa que, como povo, somos nós mesmos.

E não poderá fazer nada…

Não tenho nenhuma garantia de que alguém possa fazer melhor, mas enquanto alguém não sinalizar um caminho destinado a erradicar primeiro os vícios que temos como povo, ninguém servirá.

Nem serviu Santana, nem serviu Guterres, não serviu Cavaco, nem serve Sócrates e nem servirá o que vier.

Qual é a alternativa ?

Precisamos de mais um ditador, para que nos faça cumprir a lei com a força e por meio do terror?

Aqui faz falta outra coisa. E enquanto essa ‘outra coisa’ não comece a surgir de baixo para cima, ou de cima para baixo, ou do centro para os lados, ou como queiram, seguiremos igualmente condenados, igualmente estancados… igualmente abusados!

É muito bom ser português. Mas quando essa portugalidade autóctone começa a ser um empecilho às nossas possibilidades de desenvolvimento como Nação, então tudo muda…

Não esperemos acender uma vela a todos os santos, a ver se nos mandam um messias.

Nós temos que mudar. Um novo governante com os mesmos portugueses nada poderá fazer.

Está muito claro… Somos nós que temos que mudar.

Sim, creio que isto encaixa muito bem em tudo o que anda a acontecer-nos:

Desculpamos a mediocridade de programas de televisão nefastos e, francamente, somos tolerantes com o fracasso.

É a indústria da desculpa e da estupidez.

Agora, depois desta mensagem, francamente, decidi procurar o responsável, não para o castigar, mas para lhe exigir (sim, exigir) que melhore o seu comportamento e que não se faça de mouco, de desentendido.

Sim, decidi procurar o responsável e ESTOU SEGURO DE QUE O ENCONTRAREI QUANDO ME OLHAR NO ESPELHO.

AÍ ESTÁ. NÃO PRECISO PROCURÁ-LO NOUTRO LADO.

E você, o que pensa ?… MEDITE !

Eduardo Prado Coelho (1944-2007), in Público - 14/11/2005






O Rapaz Moreno

domingo, 10 de abril de 2011

The Adjustment Bureau

Longe de ser o filme que esperava, consegui tirar na mesma uma lição de "Agentes do Destino": 

Por mais que tudo esteja contra nós, que no "destino" esteja escrito que tem que ser, está nas nossas mãos contrariá-lo e lutar pelo que queremos e que sabemos que nos fará feliz.

A sorte protege os audazes.


O Rapaz Moreno

segunda-feira, 28 de março de 2011

Vamos lá brincar

Sempre achei que quando arranjasse emprego seria por mérito próprio. Porque tinham visto o meu trabalho ou as minhas aptidões e tinham gostado de mim.

Pois que actualmente nada é assim. Farmácias? 1-2 anúncios para o Alentejo. Hospitais? Concursos falsamente-públicos em que as vagas já estão previamente destinadas. Indústria? O "envie-nos o seu CV" é o mesmo que "pode enviar que vai parar directamente ao lixo, a menos que conheça cá alguém e aí sim, pensamos no assunto".
E sobram-nos os estágios, que chegam ao cúmulo de serem de 1 ano sem qualquer remuneração.

É triste perceber que das pessoas que acabaram o curso no meu ano, das poucas que estão empregadas, muitas (e arriscava-me a dizer "a maioria") estão-no devido à bela da "cunha".

Pois bem, vamos jogar ao contrário: não vou tentar arranjar emprego porque tenho valor, mas sim demonstrar o meu valor depois de arranjar emprego. Hora de abrir os tentáculos.



O Rapaz Moreno

terça-feira, 15 de março de 2011

Os Padeiros e a Farinha

Alguém me explica o fundamento da greve das transportadoras? O gasóleo caro? Pois, porque com o gasóleo mais caro, gastam mais € para fazer os transportes, faz sentido... Eles até nem fazem falta nenhuma ao país... Será que quando as mulheres ou os filhos começarem a passar fome irão acordar?

Então e para quando a greve dos padeiros? É que com a subida do preço da farinha, acho que também deviam ter direito a fechar as panificadoras por "tempo indeterminado"...

Sim, vamo-nos pôr a fazer greves à parva, só para reclamar com coisas que não dependem totalmente de nós... Vamos esperar que o Estado todo-poderoso intervenha e faça um milagre de, por exemplo, acabar com os confrontos na Líbia!

Proponho a greve dos desempregados. Porque não há emprego, há que fazer greve!



O Rapaz Moreno
A satirizar desde 1987.

segunda-feira, 14 de março de 2011

Primeiro e último comentário político

Eu até nem sou de politiquices, mas não percebo qual a ânsia de demitir o governo. Até no Facebook já há um grupo para juntar 1.000.000 de pessoas para demitir o governo! (que, como todos sabemos, estes grupos são o mesmo que nada)

Sinceramente, a demissão do governo resolveria a crise? Pagaria a dívida externa? Daria emprego aos jovens recém-licenciados? Diminuiria o preço da gasolina/gasóleo?
E os que viriam a seguir? Iriam baixar o IVA? Iriam devolver os cortes nas pensões? Iriam voltar a comparticipar os medicamentos? Iriam reconstruir o Japão?? Trariam a paz no mundo???

"Não gosto do Sócrates", "Não gosto do Cavaco", "Não gosto do Passos Coelho" Eu também não gosto de acordar cedo mas tenho que o fazer todos os dias, nem gosto de bacalhau e tenho que o comer pelo menos na ceia de Natal.

Estamos enterrados, é um facto, mas o cangalheiro será sempre o mesmo, e não é um governo socialista ou social-democrata que fará a diferença...

Fim de comentário.


O Rapaz Moreno

domingo, 6 de março de 2011

sexta-feira, 25 de fevereiro de 2011

segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011

Besides the rain...

Someone once told me the grass is much greener on the other side.
Well I payed a visit, but it's possible I missed it.
It seemed different, yet exactly the same.

'Till further notice I'm in-between.
From where I'm standing my grass is green.



O Rapaz Moreno

segunda-feira, 24 de janeiro de 2011

segunda-feira, 5 de julho de 2010

Simple and Clean

Vazio.
A necessidade de fazer tudo e vontade de fazer nada.
O que sobra?
O vazio do nada feito.


Remorso.
O sentimento do que sente que podia ter feito mais mas não fez.
Fica a promessa de que para a próxima será diferente.
Será?


Começa o ciclo.
Daqueles viciosos.


Solução.
Acorda, levanta-te, lava a cara, pega nas ferramentas e faz o que tens a fazer.




O Rapaz Moreno

quarta-feira, 12 de maio de 2010

Nova Filosofia

Não sei se é só de mim, mas este novo anúncio da Sumol está qualquer coisa de genial.
Um grande aplauso para a equipa de marketing que o fez, porque é mesmo assim que se chama a atenção das pessoas: Quando elas se identificam com o que estão a ler/ver e as faz pensar...


O Rapaz Moreno

sexta-feira, 16 de abril de 2010

Ciclos

Não é só a economia, a vida também se processa por ciclos... E hoje acordei e senti-me assim. Curiosamente quase 1 ano depois.
Acho que vou começar a anotar estas coisas para as ir prevendo. Afinal as senhoras também sabem quando lhes chega a menstruação, porque é que eu não posso tomar nota das minhas fases depressivas? x)


"Tiredness fuels empty thoughts."

Damien Rice sempre o soube...

O Rapaz Moreno

domingo, 14 de março de 2010

Apêndice(s)

Apêndice 
s. m.
1. Parte que pende ou sobressai de outra parte principal.
2. Suplemento elucidativo.
3. Parte anexa a uma obra; acrescentamento; acessório.
4. Dependência.
5. Prolongamento da flor ou da folha até à inserção do pé da haste.
6. Cauda.
7. Nariz.

Acessório 
(latim tardio *accessorius, -a, -um, de )
adj.
1. Que se junta ou incorpora por acessão; secundário; acidental, que não é indispensável ou essencial.
s. m.
2. O que está junto a coisa principal.
3. Circunstância acidental.


Tirando o Apêndice (ileocecal, resultado dos nossos antepassados primatas que comiam vegetais crus) que todos conhecemos da nossa querida Anatomia, já dizia a minha professora de Ciências do 8º ano que esse não era o nosso único apêndice.
Ora vejamos, o dedo Mindinho do pé. Para que serve? Foi recambiado para debaixo dos outros dedos, é óptimo para criar calos e pé de atleta. Tão dispensável que há mulheres que se submetem a cirurgias para os cortar, e assim conseguirem calçar melhor os seus sapatos de princesa.
Depois temos os Sisos. Os temíveis e odiáveis Sisos, de tal forma dispensáveis que os dentistas actualmente os querem arrancar mesmo quando ainda nem rebentaram.

Pois bem, acho que encontrei mais dois apêndices. Dois órgãos que, tal como o apêndice, os mindinhos e os sisos, nos podem causar tanto desconforto que nos leva a querer arrancá-los para que deixem de nos perturbar.
O Coração e o Cérebro.

We'd be so less fragile
If we're made from metal
And our hearts from iron
And our minds from steel

The Pierces "Three Wishes"





O Rapaz Moreno