segunda-feira, 13 de fevereiro de 2012

Alta Rotação #38: So listen.

A million stars up in the sky
Now can you tell me which one am I?
I never felt like this before
And my heart keeps wanting more
Then let’s not hide it, I won’t hide it anymore
Who knows what life is for?

So take my hand
We’ll make this happen
It’s REAL, I’m in LOVE with YOU.



O Rapaz Moreno

domingo, 8 de janeiro de 2012

Truth

Sometimes you have to lie to protect others.
Sometimes you have to lie to stop from getting hurt.
Sometimes everything you know in the world turns out to be a lie.
But at the end of the day, the lie isn’t what matters, it’s what you do after you tell it.
If you work hard enough, you can make it true.


O Rapaz Moreno

terça-feira, 27 de dezembro de 2011

Walking Alone

Hoje na Casa dos Segredos (momento de morte cerebral) estavam a falar de coisas das quais sentiam falta do exterior. Desde telemóveis, música, internet e outras coisas, dei por mim a pensar em algo de que sinto mesmo falta e não faço desde que tenho carro:

Andar a pé, sozinho, a ouvir música.


Foi um ritual de 5 anos, no percurso casa-faculdade e faculdade-casa, em transportes públicos cheios e desconfortáveis. Mas a verdade é que tinha algo de bastante terapêutico.
Eram 90 minutos diários em que não pensava em mais nada.

E não pensem que "andar de carro e ouvir música" tem o mesmo efeito, porque não tem.

Especialmente agora no inverno, o vento frio a bater na cara, o céu de várias cores, o silêncio da rua, tudo isto acompanhado com uma banda sonora do momento, é mesmo algo de que tenho saudades... Ao ponto de, às vezes, pôr os phones nos ouvidos e ir para a cama ouvir alguma música e fechar os olhos antes de adormecer.


Um dia saio por aí com o iPod e volto 2 horas depois.


O Rapaz Moreno

terça-feira, 13 de dezembro de 2011

Not an addict

"Lá vem este com o Final Fantasy..."

Pois é, mas falta 1 mês e qualquer coisa para o XIII-2 sair e a OST já cá canta.
Dá para conter um bocado a baba e a ansiedade, fechando os olhos e imaginando o que está subjacente a cada faixa.
E claro que já encontrei uma favorita...
Se a do XIII reportava para memórias de momentos felizes, esta leva a pensar no futuro, no que nós desejamos que ele nos traga:





O Rapaz Moreno

sábado, 5 de novembro de 2011

Enrascado

Ver pessoas que recusam empregos porque "só" lhes pagam 1000€ e se têm curso superior acham que merecem mais que isso faz-me repensar que quem está à rasca não são eles que andam à procura de emprego...
O enrascado sou eu, que recebo menos que isso e não reclamo.


Ah e tal os da indústria é que recebem bem. Olhem para as tabelas salariais da APIFarma e depois conversamos melhor.




Porque como diz a minha mãe, "actualmente, fazer o que se gosta é um privilégio".




O Rapaz Moreno
"I see what you did there" x)

domingo, 16 de outubro de 2011

PRM#12

Comprei um casaco que nunca fez o meu género e sempre odiei.


Mas comprei-o porque até achei giro. E porque é quente e posso levá-lo para o trabalho.
Ou talvez porque os gostos vão mudando e já não gosto do que gostava há 2 ou 3 anos...


"Estás a comprar roupa de pessoa adulta!"


Bleh, que expressão arrepiante para quem tem quase 24 anos, "pessoa adulta!".


(...)


Ao menos posso continuar a ser parvo, não posso?


(...)


Já disse que estou farto do calor??






O Rapaz Moreno
E não é que voltei?

sábado, 9 de julho de 2011

Crossroad

Este post começou como sendo um comentário a um blog (altamente recomendável, diga-se de passagem) e acabou por se tornar numa reflexão.

Será que alguém sabe realmente o que quer?
Será que há assim tão pouca gente que se deita à noite sem pensar "e se..."? Duvido.


Questionarmo-nos faz parte da consciencialização para as várias realidades que nos rodeiam o que, para mim, não tem nada de mau. Revela a nossa faceta como seres pensantes e eternamente insatisfeitos. Não somos cavalos com palas nos olhos para vermos simplesmente um caminho.
Simplesmente alguns lidam melhor com a incerteza que outros.


A vida não é um corredor, é um mundo totalmente aberto.


O Rapaz Moreno

quinta-feira, 16 de junho de 2011

Podia ser um anúncio da revista Maria

Mas trata-se de uma reflexão de Eduardo Prado Coelho, feito ao jornal Público em 2005.
Porque num país de Cavacos, Sócrates, Coelhos, Portas e outros que tais, o que faz falta é mesmo matéria-prima. Porque se esta não prestar, nem Deus a conseguirá aproveitar.




Precisa-se de matéria-prima para construir um país


A crença geral anterior era de que Santana Lopes não servia, bem como Cavaco, Durão e Guterres.
Agora dizemos que Sócrates não serve.
E o que vier depois de Sócrates também não servirá para nada.
Por isso começo a suspeitar que o problema não está no trapalhão que foi Santana Lopes ou na farsa que é o Sócrates.
O problema está em nós. Nós como povo.
Nós como matéria prima de um país.
Porque pertenço a um país onde a ESPERTEZA é a moeda sempre valorizada, tanto ou mais do que o euro.
Um país onde ficar rico da noite para o dia é uma virtude mais apreciada do que formar uma família baseada em valores e respeito aos demais.
Pertenço a um país onde, lamentavelmente, os jornais jamais poderão ser vendidos como em outros países, isto é, pondo umas caixas nos passeios onde se paga por um só jornal E SE TIRA UM SÓ JORNAL, DEIXANDO-SE OS DEMAIS ONDE ESTÃO.

Pertenço ao país onde as EMPRESAS PRIVADAS são fornecedoras particulares
dos seus empregados pouco honestos, que levam para casa, como se fosse correcto, folhas de papel, lápis, canetas, clips e tudo o que possa ser útil para os trabalhos de escola dos filhos… e para eles mesmos.
Pertenço a um país onde as pessoas se sentem espertas porque conseguiram comprar um descodificador falso da TV Cabo, onde se frauda a declaração de IRS para não pagar ou pagar menos impostos.

Pertenço a um país:

-Onde a falta de pontualidade é um hábito;
-Onde os directores das empresas não valorizam o capital humano.
-Onde há pouco interesse pela ecologia, onde as pessoas atiram lixo nas ruas e, depois, reclamam do governo por não limpar os esgotos.
-Onde pessoas se queixam que a luz e a água são serviços caros.
-Onde não existe a cultura pela leitura (onde os nossos jovens dizem que é ‘muito chato ter que ler’) e não há consciência nem memória política, histórica nem económica.
-Onde os nossos políticos trabalham dois dias por semana para aprovar projectos e leis que só servem para caçar os pobres, arreliar a classe média e beneficiar alguns.

Pertenço a um país onde as cartas de condução e as declarações médicas podem ser ‘compradas’, sem se fazer qualquer exame.
-Um país onde uma pessoa de idade avançada, ou uma mulher com uma criança nos braços, ou um inválido, fica em pé no autocarro, enquanto a pessoa que está sentada finge que dorme para não lhe dar o lugar.
-Um país no qual a prioridade de passagem é para o carro e não para o peão.
-Um país onde fazemos muitas coisas erradas, mas estamos sempre a criticar os nossos governantes.
Quanto mais analiso os defeitos de Santana Lopes e de Sócrates, melhor me sinto como pessoa, apesar de que ainda ontem corrompi um guarda de trânsito para não ser multado.

Quanto mais digo o quanto o Cavaco é culpado, melhor sou eu como português, apesar de que ainda hoje pela manhã explorei um cliente que confiava em mim, o que me ajudou a pagar algumas dívidas.

Não. Não. Não. Já basta.

Como ‘matéria prima’ de um país, temos muitas coisas boas, mas falta muito para sermos os homens e as mulheres que o nosso país precisa.

Esses defeitos, essa ‘CHICO-ESPERTICE PORTUGUESA’ congénita, essa desonestidade em pequena escala, que depois cresce e evolui até se converter em casos escandalosos na política, essa falta de qualidade humana, mais do que Santana, Guterres, Cavaco ou Sócrates, é que é real e honestamente má, porque todos eles são portugueses como nós, ELEITOS POR NÓS. Nascidos aqui, não noutra parte…

Fico triste.

Porque, ainda que Sócrates se fosse embora hoje, o próximo que o suceder terá que continuar a trabalhar com a mesma matéria prima defeituosa que, como povo, somos nós mesmos.

E não poderá fazer nada…

Não tenho nenhuma garantia de que alguém possa fazer melhor, mas enquanto alguém não sinalizar um caminho destinado a erradicar primeiro os vícios que temos como povo, ninguém servirá.

Nem serviu Santana, nem serviu Guterres, não serviu Cavaco, nem serve Sócrates e nem servirá o que vier.

Qual é a alternativa ?

Precisamos de mais um ditador, para que nos faça cumprir a lei com a força e por meio do terror?

Aqui faz falta outra coisa. E enquanto essa ‘outra coisa’ não comece a surgir de baixo para cima, ou de cima para baixo, ou do centro para os lados, ou como queiram, seguiremos igualmente condenados, igualmente estancados… igualmente abusados!

É muito bom ser português. Mas quando essa portugalidade autóctone começa a ser um empecilho às nossas possibilidades de desenvolvimento como Nação, então tudo muda…

Não esperemos acender uma vela a todos os santos, a ver se nos mandam um messias.

Nós temos que mudar. Um novo governante com os mesmos portugueses nada poderá fazer.

Está muito claro… Somos nós que temos que mudar.

Sim, creio que isto encaixa muito bem em tudo o que anda a acontecer-nos:

Desculpamos a mediocridade de programas de televisão nefastos e, francamente, somos tolerantes com o fracasso.

É a indústria da desculpa e da estupidez.

Agora, depois desta mensagem, francamente, decidi procurar o responsável, não para o castigar, mas para lhe exigir (sim, exigir) que melhore o seu comportamento e que não se faça de mouco, de desentendido.

Sim, decidi procurar o responsável e ESTOU SEGURO DE QUE O ENCONTRAREI QUANDO ME OLHAR NO ESPELHO.

AÍ ESTÁ. NÃO PRECISO PROCURÁ-LO NOUTRO LADO.

E você, o que pensa ?… MEDITE !

Eduardo Prado Coelho (1944-2007), in Público - 14/11/2005






O Rapaz Moreno

segunda-feira, 23 de maio de 2011

Invasão

Sem bater à porta, de rompante, aparece sem avisar.

Faz-nos questionar tudo o que fizemos, fazemos, vivemos e viveremos.
Se o passado podia ter sido diferente.
Se o presente será lento e doloroso, ou rápido e indolor.
Se o futuro será e como será.

Onde estão as palavras que outrora serviram para motivar outros? Onde está a atitude descontraída?
Onde está o "vai tudo ficar bem"?

Perguntas infundadas, respostas vagas.

Sem bater à porta, de rompante, assim o nosso mundo é virado de pernas para o ar.




O Rapaz Moreno

terça-feira, 17 de maio de 2011

PRM#11

Eu até nem sou de me queixar nem lamuriar, mas este ano em termos de saúde está a ser espectacular... Será desta que parto alguma coisa?

Seriously, só quero saber o que raio isto é e fazer o que tem que ser feito. Quero a minha vida normal de volta.





O Rapaz Moreno