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domingo, 15 de agosto de 2010

E tu, já semaforizaste hoje?

Depois do verbo Roflulimar aprendi hoje um novo, deveras interessante: Semaforizar.
Curiosamente, não está no dicionário da Língua Portuguesa, mas dada a sua vasta utilização (basta ir à praia de Carcavelos ou pesquisar no Google) não duvido que, à semelhança do Mudasti, surjam daqui a uns tempos petições para o incluir no dito cujo... Bem, sempre é mais "palavra" que Mudasti...


O Rapaz Moreno

segunda-feira, 19 de abril de 2010

Note to Others #2

"Esta tendência nasceu nas prisões dos Estados Unidos.
Os reclusos que estavam receptivos a relações sexuais com outros homens tiveram que inventar um sinal que passasse despercebido aos guardas prisionais para não sofrerem consequências...
Por isso, quem usasse calças descaídas por baixo do rabo estava somente a mostrar que estava disposto a ter sexo anal com outros homens..."

Pois é, vê-se por aí tanta gente receptiva ao sexo anal que dava para iniciar um autêntico bacanal pelas ruas deste país.

Ainda bem (ou mal) que o nosso código penal é diferente do dos EUA...






O Rapaz Moreno

terça-feira, 13 de abril de 2010

Queria o Livro de Reclamações Para Funcionários, sff.

A sério, o que é que custa às pessoas mostrar um pouco de simpatia?
Um sorriso, nem que seja aquando da "boa tarde" da despedida.

Porque é que entram na farmácia, entregam as receitas, dão o dinheiro e saem a arrastar a tromba atrás de si?
Fizeram-lhes algum mal? Alguém os obriga a ir ali? Dói-lhes alguma coisa?
A mim fazem-me mal todos os dias, também faço muita coisa obrigado e dói-me a alma ao ver pessoas assim. No entanto, não abdico do meu sorriso e tentativa de simpatia durante todo o atendimento.

Porque é que não vão ao super-mercado e compram os seus medicamentos? Já que quando vão à farmácia não dirigem a palavra a ninguém ou quando o fazem vomitam arrogância.

Se fosse o contrário, entrassem bem-dispostas e fosse o farmacêutico o mal-encarado, provavelmente reclamariam e não voltavam lá. Porque é que não podemos nós fazer o mesmo?  "Desculpe, mas a sua arrogância não me agradou nada, quero o livro de reclamações para os funcionários, sff". Não era lindo?

Começo a achar que as doenças do século XXI não são a depressão nem as doenças cardiovasculares, mas sim a falta de educação, arrogância e crença de superioridade das pessoas.



O Rapaz Moreno

domingo, 21 de fevereiro de 2010

Passeios de Domingo




Domingo é dia da família.

É o dia em que as pessoas que não conduzem resolvem pegar no carro e ir até à praia, ao parque, ao centro comercial, ao pai, à mãe, ao cunhado, ao filho, à filha, aos netos (...) e aproveitam para levar os condutores habituais a um ataque de stress.
No entanto, a concepção da família está a mudar progressivamente, e por mais vozes contraditórias que surjam, por mais manifestações pela "família tradicional" que se façam, a humanidade (e a mentalidade) caminha sempre no sentido da evolução, nunca da estagnação. Se há 40 anos usar mini-saia era vergonhoso, se há bem pouco tempo o divórcio era um escândalo, hoje em dia são coisas bem mais banais (feliz e infelizmente).
Não é o divórcio também ele uma forma de destruição da família tradicional? Então porque é que a dita plataforma não veio exigir um referendo sobre o assunto?... Fica a questão.

Mas voltando ao assunto deste post, o Domingo, este Domingo, como muitos outros, não saí de casa. São os meus dias Zen, para vegetar, não fazer nada que se aproveite. Os meus passeios pelo parque, pela praia, pelas ruas, são trocados por passeios pela net, a tomar conhecimento do que se passa pelo mundo virtual.
E foi num desses "jaywalks" que me deparei com um óptimo texto que, depois de tanta coisa lida sobre o assunto, me trouxe uma nova perspectiva acerca do mesmo.

Há ainda uma coisa que quero ressalvar.
Algumas pessoas defendem que a família é constituída por um pai, uma mãe e os filhos. Pois bem, mas há casais estéreis. São menos família por isso? É a sua existência que vai fazer com que "Portugal deixe de existir", como disse uma mente diminuta e totalmente carcomida pelo estatuto social?
E não me venham com o bulshit da igreja católica, porque Jesus Cristo não discriminava ninguém, Deus não discrimina ninguém. E se acreditam tanto e seguem tão acerrimamente a doutrina de Deus, quem são vocês para se acharem superiores o suficiente para discriminar quem quer que seja? Se querem ser assim tão cristãos, pensem 2 vezes antes de se dedicarem aos actos carnais com o vosso parceiro, porque, segundo a igreja, o sexo é apenas para procriar, e, caso não saibam também, é contra o uso de preservativo. E esta, hein?
Já agora, andei 12 anos num colégio católico, portanto sei do que falo quando me refiro à igreja e o seu bullshit. O pior é que muito dele não vem da igreja, mas sim dos que praticam a sua doutrina.


O Rapaz Moreno

quinta-feira, 18 de junho de 2009

Note to Others #1

Aos futuros "fazedores" de sebentas da FFUL (e alguns/muitos professores actuais):

Advérbios de modo NÃO levam acentuação, a não ser que a palavra que lhe deu origem seja aguda!
Ou seja, a termo de exemplo, Enzimática fica EnzimAticamente, e não EnzimÁticamente... (se repararem o acento está antes da antepenúltima sílaba, portanto a palavra não pode ter acentuação).

Outro erro crasso surge da expressão "tem a ver". Meus caros, "tem A HAVER" não existe. Eu sei que os professores dizem algo parecido com "tem áver" e sugere um "a haver" mas não, a expressão correcta é efectivamente "tem A VER".
No entanto, em portugês ainda mais correcto dever-se-ia dizer "tem que ver", mas pronto, já são preciosismos =P

E não falemos em conjugações verbais, porque senão nunca mais saía daqui...


O Rapaz Moreno